Estudos da Mente

Centenas de definições têm sido propostas para a mente. Todas insatisfatórias, incompletas ou demasiadas abrangentes. A mente é provavelmente a parte mais incompreendida do ser humano.

Alguns autores citam que usamos apenas 10% do cérebro, em geral, são os mesmo autores que conhecem apenas 10% de seu funcionamento (veja mais: Learning How Little We Know About the Brain). O cérebro humano é, talvez, o órgão de maior custo de manutenção e a evolução biológica não costuma premiar inutilidades.

Os humanos estão entre os seres melhores adaptados ao Planeta Terra, vivendo tanto em áreas desérticas e calor escaldante até em regiões de frio glacial. O cérebro é certamente o principal responsável por tamanha adaptabilidade. Os humanos são também seres de grande sociabilidade, o que requer imenso uso mental.

O Aurélio indica várias definições para a mente: intelecto, pensamento, entendimento, alma, concepção, imaginação e outras.

 

e do Comportamento

 

 

A Difícil Sobrevivência das Moscas Inteligentes

(e a comparação com os gênios humanos)

Em 1982, Joel White, um estudante da Universidade do Kansas, investigava a rápida adaptação das moscas ao meio ambiente. White depositou várias gotas de água com açúcar sobre uma mesa, mas algumas gotas, em intervalos regulares, tinham mais açúcar que as demais. As moscas logo aprenderam o padrão e, depois de algum tempo, iam direto àquelas gotas mais doces, sem experimentarem as demais.

Em 2008, pesquisadores da Universidade de Lausanne, publicaram um artigo sobre moscas ainda mais inteligentes, selecionadas e procriadas por várias gerações. Essas moscas geniais resultantes mostravam memória e habilidades cognitivas muito superiores às moscas comuns. Entretanto, quando as moscas geniais foram colocadas em um mesmo ambiente com moscas comuns e pouca comida, as moscas comuns sobreviveram mais que as geniais.

Se você quer ser feliz não seja um gênio

Gênios são raros, os felizes são mais raros ainda. Estão sempre resmungando por causa da pouca inteligência de outros. Gênios são normalmente incompreendidos e costumam ter poucos amigos.

Seria a genialidade uma burrice?

Pessoas muito inteligentes, que trabalham em grandes empresas, costumam se sentir injustiçadas. Aqueles que chegam aos altos escalões são, em geral, os bajuladores. Para chegarem lá, os gênios precisam montar suas próprias empresas, como fizeram Bill Gates, Steve Jobs, Jeff Bezos, Larry Page, Zuckerberg e Ray Kroc (McDonald's).

Scott Adams, autor das geniais tiras de Dilbert, trabalhou sem grande reconhecimento até que lançou suas tiras cômicas, mostrando o quanto estúpido pode ser o seu chefe.

Às vezes é preciso ser um gênio para reconhecer outro. Albert Einstein era tido como um retardado na infância. Foi reprovado na primeira tentativa de entrar na universidade. Depois de formado teve grande dificuldade para conseguir emprego. Em 1905, publicou quatro artigos revolucionários, mas demorou alguns meses até que Max Planck os lesse e divulgasse para a comunidade científica que aqueles artigos tinham grande valor. Foi necessário um gênio reconhecido (Max Planck) para apresentar outro gênio (Einstein), então desconhecido.

Por Jonildo Bacelar

 

Longevidade

Existem evidências promissoras indicando que podemos manter nossas memórias intactas, em idades avançadas, quando permanecemos mentalmente ativos.

- Dr. M. Lachman, Fellow at The Center for Advanced Study in the Behavioral Sciences at Stanford University

 

O médico e cientista baiano Juliano Moreira (1872-1933), um dos pioneiros da Psiquiatria no Brasil. Ele nasceu, em Salvador, em 6 de janeiro de 1872. Um dos fundadores da Academia Brasileira de Ciências, diretor do Hospital dos Alienados do Rio de Janeiro, quando aboliu o uso de coletes, grades e camisas de força. Foi redator e contribuiu com vários artigos para a Gazeta Médica da Bahia.

 

Sigmund Freud (1856-1939). Um dos mais influentes estudiosos da mente humana, considerado o pai da Psicanálise.

 

 

Familia

 

 

Boas relações familiares são fundamentais para a saúde mental.

 

O programa de tortura dos Estados Unidos foi defendido por psicólogos estadunidenses

Segundo o jornal The New York Times, o programa de tortura da CIA - Pentágono, implementado após o ataque de 11 de setembro de 2001, foi defendido por psicólogos estadunidenses e pela American Psychological Association, incluindo seu diretor de Ética, apesar de protestos de profissionais de saúde da própria CIA. O governo Bush jogou os Direitos Humanos no lixo para buscar os culpados do ataque terrorista.

 

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